segunda-feira, 10 de junho de 2013

As 12 Tribos do Antigo Israel

Tribo de Israel (do hebraico שבטי ישראל) é o nome dado às unidades tribais patriarcais do antigo povo de Israel e que de acordo com a tradição judaico-cristã teriam se originado dos doze filhos de Yaacov (Jacó), neto de Abraham (Abraão).
As doze tribos teriam o nome de dez dos filhos de Jacó. As outras duas tribos restantes receberam os nomes dos filhos de Yossef (José) , abençoados por Yaacov como seus próprios filhos. Os nomes das tribos são: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, Benjamim, Manassés e Efraim. Apesar desta suposta irmandade as tribos não teriam sido sempre aliadas, o que ficaria manifesto na cisão do reino após a morte do rei Salomão. Com a extinção do Reino de Israel ao norte, as dez tribos desapareceriam e a determinação do seu destino até hoje é objeto de debate. As outras tribos restantes (Judá, Benjamim e Levi constituiriam o que hoje chama-se de judeus e serviria de base para sua divisão comunitária (Yisrael, Levi e Cohen).
As "Doze Tribos" também pode ser pronunciada por alguns como "Treze tribos", levando em consideração que os filhos de José (Manassés e Efraim), que teriam sido considerados por seu avô (Israel), como seus próprios filhos, ficando ao invés de 12, 13 tribos.

Mapa de 1759 com a divisão clássica das doze tribos de Israel
O livro de Gênesis conta da descendência do patriarca Jacob, mais tarde batizado por Deus como Israel, e de suas duas mulheres e duas concubinas. Jacobe teve ao todo 12 filhos, cujos nomes estão acima citados. Neste momento da narrativa, o cronista bíblico concentra-se no relato da história de José, de como ele foi separado de seus irmãos, como obteve importância política no Egito, e de como voltou a reunir sua família. A narração conta também que os 12 filhos de Jacó e suas famílias e criados obtiveram permissão para habitar a fértil região oriental do Delta do Nilo, onde teriam se multiplicado grandemente. Cada uma das 12 famílias teria mantido uma individualidade cultural, de forma que se identificassem entre si como tribos separadas. A narrativa ainda destaca que José teve 2 filhos, Manassés e Efraim, e seus descendentes seriam elevados ao status de tribos independentes, embora fossem sempre referidos como meio-tribos (encerrando um número fixo de 12 tribos). Ao final de Gênesis, Jacó, em sua velhice, abençoa a cada um de seus filhos, prenunciando o destino que aguardavam os seus descendentes no futuro.

Em Êxodo, a Bíblia conta como Moisés, membro da tribo de Levi, e seu irmão Arão, lideraram os hebreus das 12 tribos em sua fuga do Egito. Durante a narrativa, as tribos são contadas, e seus líderes e representantes são nomeados, demonstrando um forte senso de individualidade entre as tribos e as meio-tribos de José. À tribo de Levi são designadas as tarefas sacerdotais e os direitos e deveres diferenciados que estas tarefas implicavam. As demais mantiveram-se com os mesmos direitos e obrigações, embora, através do número de membros, algumas tribos já pudessem gozar de alguma superioridade política.

Hipóteses históricas

Para judeus e cristãos, não há dúvidas da veracidade do relato bíblico, e há pouco o que se discutir sobre a origem das Tribos de Israel fora do contexto bíblico.
No entanto, arqueólogos, historiadores e estudiosos da Bíblia argumentam sobre a origem das tribos.

Há teorias que sugerem que apenas algumas das tribos teriam realmente saído do Egito, e se fixado por alguns anos no entorno de Canaã, onde teriam encontrado outras tribos de origem hebraica autóctones da região. Sua afinidade lingüística e racial, em contraste com as diferenças encontradas nos vizinhos cananeus teria encorajado as tribos a agirem em regime de coexistência, e em algumas vezes, de cooperação, o que teria favorecido a conquista de Canaã (uma miríade de cidades-estado e pequenos reinos independentes) pelos hebreus. Neste caso, as tribos do Êxodo teriam sido aquelas de maior destaque na narrativa bíblica, ou seja, Judá, Levi, Simeão, Benjamim, e as meio-tribos de Efraim e Manassés, o que enfraqueceria toda a base histórica da narrativa do Êxodo. Já os arqueólogos notam que não há vestígios concretos da passagem de um povo, estimado em mais de 600000 pessoas, por 40 anos pelo deserto entre o Egito e a Palestina. Assim, a narrativa de Gênesis e Êxodo não tem uma base histórica, embora alguns pontos pudessem ter sido moldados para justificar com raízes familiares a união das 12 tribos.

As tribos como unidades geográficas

12 staemme israels cs.png
Moisés liderou as 12 tribos pelo deserto da Península do Sinai, e seu sucessor Josué tomou para si a tarefa de coordenar a tomada de Canaã. Para que ocorresse de forma ordenada, a terra de Canaã foi dividida entre cada uma das tribos e meias-tribos, que se encarregaram de conquistá-las, na maior parte dos casos sem o auxílio das demais. Uma das tribos, a de Levi, não recebeu uma porção territorial fixa, mas sim algumas cidades distribuídas por toda a Palestina.
O território de algumas das tribos, como Simeão e Aser, correspondiam a áreas mais tarde dominadas por filisteus e fenícios, respectivamente. Após a narrativa da conquista de Canaã, os relatos acerca destas tribos se tornam confusos, e as suas referências geográficas são praticamente inexistentes, ou inconsistentes, dando a entender que essas tribos deixaram de existir geograficamente, e seu povo foi absorvido ou por povos estrangeiros, ou por outras tribos israelitas, ou por ambos, embora ainda fossem contados como parte das 12 tribos.
A tribos de Dã é outro exemplo de mudança ao longo da Bíblia. Inicialmente, Dã é posicionada na metade sul da Palestina, em um pequeno território posteriormente conquistado pelos filisteus. Mas ao contrário de Simeão e Aser, o território de Dã continuou existindo, mas muito mais ao norte, ao redor da cidade de mesmo nome. Algumas interpretações colocam que Dã havia sido alocada desde o princípio em dois territórios disjuntos.

A meia-tribo de Manassés ocupou um vasto território nos dois lados do Rio Jordão, do Mar Mediterrâneo até a Síria, próximo a Damasco. Efraim foi posicionada na região central, incluindo as importantes cidades de Siló, Gilgal e Betel, cuja importância remete às histórias dos Patriarcas. Benjamim recebeu um territótio pequeno ao sul de Efraim, porém incluindo cidades importantes, como Gibeá, Jericó e Jerusalém. Judá posicionou-se num vasto território montanhoso e fértil ao sul, entre o Mar Morto e o Mediterrâneo, tendo Hebrom e Belém como cidades mais importantes. As demais tribos receberam territórios pequenos, ou com pequena importância na narrativa bíblica subsequente.

Período monárquico - União política

As tribos mantiveram certa estabilidade, independência e equilíbrio político durante o Período dos Juízes, visto que são relatados feitos notáveis de herdeiros da maior parte das tribos, sem particular destaque a nenhuma delas. Mas no final do século XI a.C., com o início do período monárquico e a coroação de Saul, as tribos se uniram pela primeira vez sob um único líder.
Entretanto, apesar da identidade racial, lingüística e religiosa, e das histórias que as uniam desde a sua criação, aparentemente havia uma certa cisão entre a tribo de Judá e as demais, visto que o profeta Samuel refere-se algumas vezes a Israel e Judá como entidades independentes unidas apenas por um contexto histórico. O rei Saul pertencia à tribo de Benjamim, e adquiriu inicialmente a simpatia de todas as tribos, mas um movimento em Judá, liderado por David e apoiado pelos filisteus, terminou por vencer Saul. Davi foi coroado em Hebrom rei de Judá, enquanto o restante de Israel deveu lealdade ao filho de Saul, Isbosete. Houve uma guerra civil, com vitória de Davi. Ao poupar a Casa de Saul, Davi ganhou popularidade, e após vários feitos militares contra povos estrangeiros, viu as 12 tribos se unirem firmemente sob seu cetro. Seu filho, Salomão, manteve sua autoridade sobre toda a ISRAEL até sua morte.
Apesar desta união política, a própria narrativa deste período faz transparecer as profundas diferenças políticas e mesmo culturais entre Judá (e ao final do reinado de Salomão, também de Benjamim, já que os reis de Judá reinaram em Jerusalém, cidade benjaminita) e as demais tribos. Uma diferença marcante na carga de impostos aplicados a Judá e às outras tribos, favorecendo a primeira, principalmente numa época de constante expansão territorial e grandes obras, foi o estopim para a desunião que se seguiu.

Israel dividida

Com a morte de Salomão, uma facção liderada por Jeroboão viu nesta uma oportunidade para resgatar Israel do poderio de Judá. A aclamação de Jeroboão significou a divisão indissolúvel entre Judá (e Benjamim) e as demais 10 tribos, uma vez que o filho de Salomão, Roboão, foi confirmado rei em Jerusalém. Formou-se assim os reinos de Judá, ao sul, com sede em Jerusalém, e Israel, ao norte, com capital em Samaria.
Neste período, as tribos de Judá e Benjamim aparecem quase inteiramente fundidas entre si (ou seja, as referências a Benjamim desaparecem, embora seu território e suas cidades estivessem no coração do território de Judá), e o mesmo acontece com as outras 10 tribos do norte. Dentre as tribos do norte, ainda se observa traços de individualidade na meia-tribo de Manassés, mas de maneira geral não há mais distinção física ou cultural entre elas. A partir deste momento, as 12 Tribos de Israel passaram a ser uma alegoria, referindo-se ao seu estágio original de união em nome de Deus, representando o ideal do povo hebreu, especialmente no Novo Testamento, e não mais entidades políticas diversas.
De qualquer modo é possível que o sistema de tribos tenha permanecido, mesmo que apenas ao nível familiar devido à tradição de traçar genealogias, remetendo indivíduos aos filhos de Jacó. O reino teve início com Roboão, que era filho de Salomão e durou o período de 209 anos.Ele foi dividido por volta de 931 A.C e permaneceu assim ate o ano de 722 A.C. Neste reino dividido temos:o REINO NORTE também chamado de ISRAEL que foi formado pelas 10 tribos: Rúben, Issacar, Zebulom,Dã,nafitali, Gade, Aser, Efraim, Manasses, Simeão. Essas são as 10 tribos do reino Norte.

O destino das Tribos de Israel

Um dos elementos que mais intrigam os estudiosos é o destino das Tribos de Israel, sobretudo as 10 tribos do norte, cuja referência cessa completamente após as invasões.

As tribos perdidas

As conquistas assírias no século VIII a.C. abriram caminho para a conquista do reino do norte de Israel. A queda de Samaria significou o fim do estado Israelita. Seu povo, ou aqueles que sobreviveram, foram deportados para a Assíria e redistribuídos por todo seu território. Neste momento, as 10 tribos do norte desapareceram por completo do relato bíblico. O mais provável é que qualquer traço de união tribal tenha desfalecido com a fragmentação das comunidades israelitas, e que os hebreus que sobreviveram ao processo tenham se unido a estrangeiros e abandonado suas tradições.

A tribo remanescente: Judá e os judeus

Apesar da queda de Jerusalém, menos de 2 séculos depois, os descendentes de Judá, ao serem levados ao exílio no reino da Babilônia, mantiveram fortes laços culturais entre si. É possível que tivessem mantido esta união graças às profecias do profeta Jeremias, que previu que o exílio duraria 70 anos, e que o povo seria libertado e mandado de volta a Jerusalém ao final deste período; a fé conjunta na realização da profecia teria mantido a tradição da tribo de Judá intacta, se não fortalecida. É no período de exílio que surge pela primeira vez de maneira consistente o termo judeu, se referindo a todos os membros da tribo de Judá.
Passado o tempo previsto por Jeremias, Ciro, o Grande, conquistou a Babilônia, e enviou os judeus de volta à Palestina, designando para eles a província de Yehud, de maneira geral, o mesmo território do antigo reino de Judá. Os judeus ali habitaram até o século II da Era Cristã. Sua religião passou a se chamar "judaísmo", a prática religiosa de Judá (distinta havia muito das práticas religiosas mais populares no Reino de Israel).

Entre o fim do exílio babilônico e a diáspora, os judeus nutriram um forte senso de união e resistência a dominação estrangeira, tão forte que, mesmo após sua expulsão definitiva da Palestina pelos romanos, os judeus mantiveram laços entre as distantes comunidades formadas por toda Ásia, norte da África e Europa, verdadeiras redes através das quais sobreviveram suas tradições. Durante este período, o termo "judeu" significando um seguidor da religião judaica suplantou o significado tribal do termo, e muitos estrangeiros de origem não semítica se declaravam judeus. De toda forma, através dos judeus e do judaísmo, a tradição da tribo de Judá sobreviveu até os dias de hoje.

Os Reinos de Israel e o Retorno do Nacionalismo com a Formação do Estado de Israel

O Reino de Israel (em hebraico מַלְכוּת יִשְׂרָאֵל, Malḫut YisraʾEl), de acordo com a Bíblia, foi a nação formada pelas 12 Tribos de Israel, um povo descendente de Jacó, Isaac e Abraão.

Após o Êxodo do Egipto, sob a liderança de Moisés, os israelitas que eram nómadas vaguearam pelo médio oriente durante décadas até que no final do século XIII a.C. sob a liderança de Josué os israelitas conquistam a terra de Canaã, abandonam o nomadismo e estabelecem-se nas terras conquistadas, dividindo o território entre as 12 tribos. O reino surge em meados do século XI a.c. na sequência da unificação das 12 tribos sob a chefia de Saul, seu 1º rei.

Contudo não existia um verdadeiro poder central pois cada tribo governava a si própria. Os líderes nacionais, que se designavam "Juízes" tinham um poder muito frágil e só conseguiam unir as várias tribos em caso de guerra com os povos inimigos. A união entre as tribos era tão frágil que por vezes se guerreavam entre si.

Cansados destas situações as tribos israelitas resolveram unir-se e instaurar a monarquia. O profeta Samuel, último dos Juízes, designou Saul, da Tribo de Benjamim, como o primeiro Rei de Israel. O reino abrangia a região montanhosa de Judá e de Efraim, cuja capital era Gibeal.
Reino de Israel

Saul não modificou a organizaçãos das tribos, também não tinha um exército forte, mas conseguiu derrotar os amalequitas, mas desobedece ordens do profeta Samuel não matando os animais, também sacrifica um animal para tentar falar com Deus, algo que só era permitido aos sacerdotes e profetas. Deus proclama a Samuel que o jovem pastor Davi será o novo rei de Israel. Durante a guerra contra os filisteus, Davi entra para o exército e sozinho mata o gigante Golias, tornando-se famoso. Saul viu nele uma ameaça e passa a perseguí-lo. Davi junto com outros soldados refugiam-se até que os filisteus invadem Israel, Saul desesperado decide atacá-los no Monte Gilboa, mas as armas israelitas eram inferiores e eles foram atraídos para uma armadilha. Os filisteus aniquilam todos, os filhos de Saul morrem, ele então suicida-se.

Agora Davi é o novo rei de Israel e consegue restabelecer um exército e expulsar os filisteus. Também invade a cidade de Jerusalém controlada pelos jebuseus, o soldado Joabe foi o primeiro a entrar e por isso tornou-se general. Davi transforma Jerusalém em sua nova capital. Ele invade os reinos dos amonitas, moabitas e edomitas tornando-os estados tributários. Quando Davi morre, seu filho Salomão assume o trono, com a ajuda de engenheiros fenícios constrói uma grande frota mercante que comercializava desde os portos do atual Sudão até os da atual Espanha, melhora o exército, fortalece a economia. Ele se apaixonou pela Rainha de Sabá e quis se casar com ela, mas o sumo-sacerdote Zadoque e os outros sacerdotes recusaram-se a aceitar o casamento, enquanto a rainha de Sabá retornou grávida de Salomão para sua terra na atual Etiópia. Salomão construiu o Templo de Jerusalém que demorou 7 anos para ser construído e isso gerou um aumento dos impostos que permaneceram mesmo após o fim da construção, o povo estava descontente com os impostos abusivos. Após sua morte, seu filho Roboão assumiu o trono, mas devido ao descontentamento em relação aos impostos, as 10 tribos do Norte separam-se e proclamaram Jeroboão como seu rei. Israel foi dividido entre o Reino de Israel (ao Norte com capital em Siquém) e o Reino de Judá (ao Sul com capital em Jerusalém).

Jeroboão estabeleceu-se em Siquém. Vendo que os israelitas continuavam peregrinando ao Templo de Jerusalém, temeu perder o seu trono e fez dois bezerros de ouro, colocando um em Betel e o outro em Dã, declarando o bezerro como o deus que tirou os israelitas do Egito, nomeou sacerdotes que não eram levitas e construiu templos. Por causa disso o profeta Aías declarou que Deus levantaria um rei de Judá que exterminaria toda a Casa de Jeroboão até o último varão. Por toda a vida tentou em vão conquistar o Reino de Judá. O filho de Jeroboão, Nadab assumiu o trono, mas dois anos depois foi assassinado e Baasa se tornou o novo rei que exterminou todos os membros da família de Jeroboão, como predito pelo profeta Aías.

Baasa também cometeu os mesmos pecados de Jeroboão, por isso também sua linhagem foi exterminada, sendo sucedida por outras que cometiam os mesmos erros.

Os reinos de Israel e Judá travavam disputas um querendo conquistar o outro. Até que entre 730-720 a.C., o rei Salmanaser V da Assíria invadiu Israel, após o rei Oséias ter recusado de pagar tributo aos assírios. Salmanaser V conquistou Israel, prendeu Oséias e os israelitas. O Reino de Judá conseguiu, finalmente, paz podendo se desenvolver.
Uso do termo Israel

FersfIsrael, em hebraico Yisra El, significa "Principe que luta com Deus". (Génesis 32:22-28) Jacob é frequentemente chamado de Israel, que segundo a Bíblia, deve o seu nome por ter lutado com um anjo por uma bênção. É sinónimo dos 12 filhos de Jacob e da nação fundada nas 12 tribos. Após Salomão, com a divisão do Reino em 2 partes, designa o Reino de Israel Setentrional (ou Reino das 10 Tribos).


Lista dos reis de Israel

Para esta época, a maioria dos historiadores segue as cronologias estabelecidas por William F. Albright ou Edwin R. Thiele, ou a nova cronologia de Gershon Galil. Todas elas são indicadas no quadro. Todas as datas são A.C. (Antes do Mashiach Yeshua).
Datas de Albright Datas de Thiele Datas de Galil Nome comum/ Nome biblico Tradução alternativa Nome Hebraico Notas

Dinastia de Saul

1021–1000   1030–1010 Saul   (שאול המלך) Sha'ul Suicidou
1000   1010–1008 Isboset Isbosete   Reinou apenas sobre as tribos do norte. Assassinado

Dinastia de David

1000–962   1010–970 David Davi דוד בן-ישי מלך ישראל
David ben Yishai
 
962–922   970–931 Salomão   שלמה בן-דוד מלך ישראל
Shelomô ben David
 
Reis após cisão entre Israel e Judá. De Jeroboão I a Oséias há 9 dinastias.

Datas de Albright Datas de Thiele Datas de Galil Nome comum/ Nome biblico Tradução alternativa Nome Hebraico Notas

Dinastia de Jeroboão

922–901 931–910 931–909 Jeroboão I   ירבעם בן-נבט מלך ישראל
Yerav’am ben Nevat
 
901–900 910–909 909–908 Nadab Nadabe נדב בן-ירבעם מלך ישראל
Nadav ben Yerav’am
Assassinado

Dinastia de Baasa

900–877 909–886 908–885 Baasa   בעשא בן-אחיה מלך ישראל
Ba’asha ben Achiyah
 
877–876 886–885 885–884 Elá   אלה בן-בעשא מלך ישראל
’Elah ben Ba’asha
Assassinado

Dinastia de Zimri

876 885 884 Zimri Zinri ou Zamri זמרי מלך ישראל
Zimri
Suicidou

Dinastia de Omri

876–869 885–874 884–873 Omri Onri עמרי מלך ישראל
Omri
 
869–850 874–853 873–852 Acab Acabe אחאב בן-עמרי מלך ישראל
Ah’av ben ’Omri
Morto em batalha  
850–849 853–852 852–851 Ocozias Acazias אחזיהו בן-אחאב מלך ישראל
’Ahazyahu ben 'Ah’av
Morto após ferimentos causados por queda da sacada do palácio  
849–842 852–841 851–842 Jorão Jeorão יורם בן-אחאב מלך ישראל
Yehoram ben ’Ah’av
Assassinado

Dinastia de Jeú

842–815 841–814 842–815 Jeú   יהוא בן-נמשי מלך ישראל
Yehu ben Nimshi
 
815–801 814–798 819–804 Joacaz Jeoacaz יהואחז בן-יהוא מלך ישראל
Yeho’ahaz ben Yehu
 
801–786 798–782 805–790 Joás Jeoás יואש בן-יואחז מלך ישראל
Yeho’ash ben Yeho’ahaz
 
786–746 782–753 790–750 Jeroboão II   ירבעם בן-יואש מלך ישראל
Yerav’am ben Yeho’ash
 
746 753 750–749  Zacarias   זכריה בן-ירבעם מלך ישראל
Zekharyah ben Yerav’am
Assassinado

Dinastia de Salum

745 752 749 Salum   שלם בן-יבש מלך ישראל
Shallum ben Yavesh
Assassinado

Dinastia de Menaém

745–738 752–742 749–738 Menaém   מנחם בן-גדי מלך ישראל
Menahem ben Gadi
 
738–737 742–740 738–736 Pecaías Faceias פקחיה בן-מנחם מלך ישראל
Pekahyah ben Menahem
foi Assassinado ..

Os últimos reis

737–732 740–732 736–732 Peca Faceia פקח בן-רמליהו מלך ישראל
Pekah ben Remalyahu
Assassinado
732–722 732–722 732–722 Oséias   הושע בן-אלה מלך ישראל
Hoshe’a ben ’Elah
Deposto