Antes de iniciar fica as
minhas perguntas chaves: - pra quê maquiar tanto esse paganismo só para
que ficasse inserido na sociedade de forma “bonitinha”? Não era melhor
manter o original do que ficar falsificando o que não tem a ver com a
cultura da Bíblica-judaica? Se não tivesse maquiado tanto as religiões
que se identificam com os seres das trevas teriam adotado e as que não
se identificam ficariam livres disso tudo, porque disseminar tanta
MENTIRA?
A absorção de culturas e religiões mitológicas nórdicas
européias foi muito bem aceita pelos cristãos com o passar dos séculos e
uma das culturas que mostra a nítida adoração a seres habitantes do
inferno é a cultura do S. Nicolau muito comum em alguns países europeus
que mantém a cultura original até os nossos dias.
Fazendo um
resumo da cultura de adoração e idolatria a seres vindos do inferno
temos a estória folclórica de S. Nicolau. Segundo a cultura européia
quando chegamos nesta data de dezembro deste calendário solar-romano
(Gregoriano) os portões dos infernos se abrem e os demônios saem pelas
ruas das cidades caminhando uns caracterizados com chifres Krampus (que
são os vorazes devoradores de almas) e outros vestidos de roupa de frio
(palhaço vermelho ou roxo ou amarelo julgadores observadores de seus
adoradores e daqueles que fazem petições a eles).
A missão
deles ao sair pelos portões do inferno (neste mês de dezembro) é
procurar as casas que possuem autorização para que eles entrem. Para
isso deve-se fazer um circulo enfeitado com folhas e pregá-lo nas portas
para que os demônios possam saber que naquela casa tem adoradores deles
e permissão de entrada. Ao entrar a dupla de demônios (S. Nicolau e
Krampus) na casa da pessoa que espera pela presença deles, o habitante
do inferno vestido de roupa de frio profere o levantamento de boas ações
das crianças da casa, se a criança fez boas ações ele terá mais um ano
para ficar livre da condenação ao inferno e não será devorado pelo amigo
do S. Nicolau que o acompanha e fica irado quando a criança faz boas
ações.
Porem essa cultura de "Papai Noel" é mais antiga do que
parece ela foi apenas moldada e reformulada por um escritor e cartunista
Thomas H. Nast (Landau, 27 de setembro de 1840 — Guayaquil, 7 de
setembro de 1902).
Como o Natal trata-se (querendo ou não) de uma
festividade religiosa ela remonta do tempo pós diluviano iniciado por
Ninrod e sua esposa, depois esta prática é convertida e ampliada com os
sacrifícios de crianças ao deus Moloque até chegar nas festas de
Solstício de inverno Romanos onde era adorado o deus mítico Romano
Saturno (também chamada de saturnálias) onde originalmente
sacrificava-se crianças para o deus pagão Saturno. Veja que o paganismo
desta festa está misturada e maquiada por muitas adorações satanistas e
reformulada por um cartunista para ficar "bonitinha".
No Brasil,
há resquícios dessa tradição em Santa Catarina, no Vale do Itajaí. Nas
cidades de Brusque e Guabiruba, por exemplo, é chamado 'Pensinique'
(deturpação de Pelznickel, nome utilizada ao Sul da Alemanha). Aparece
vestido em roupa velha e sacos de juta, tem cabelo de palha, carrega um
saco nas costas como o Papai Noel. Nesta trouxa ou saco, possui
instrumentos para assustar as crianças más, e as muito más ameaça-se
serem levadas embora no saco. Esta figura nunca chegou a ser comum, mas
era mais recorrente para julgar e punir crianças até a década de 1950.
Os ainda remanescentes, ao começo de dezembro ainda arrastam correntes
ao caminhar, gritam no meio do mato, e saem dele no dia de confrontar as
crianças más, no Dia de São Nicolau ou próximo. Em casos extremos, a
criança recebe visita, ou ouve gritos no mato, quando incomoda o
Pensinique antes mesmo da data Antes dessa data. Ainda, alguns pais
citam que 'vão contar' sobre o comportamento da criança ao Pensinique,
ou o chamam antes da data. Mas, crianças que não respondem aos pais, não
mentem e não são más, mesmo nas regiões em que o Pensinique ainda
aparece, nunca chegaram a ver sua figura. Esta figura pode assemelhar-se
com a figura folclórica do "Andarilho" ou a do "Homem do Saco", que
rouba crianças que não ficam por perto dos pais, ou que são entregues a
eles se não se comportam pra serem levadas embora. Mas o Pensinique não
se trata de uma figura mítica, virtual, ele é uma lenda levada de
gerações á gerações. (Fonte: Wikipédia)
Vamos agora a como foi
feita a maquiagem do paganismo na cultura cristã. O habitante do
inferno que veste roupa de frio passou a se chamar Papai Noel e o
habitante chifrudo e devorador de almas Krampus foi substuido pelas
renas chifrudas para que não tivesse uma conotação ruim e ficasse
“bonitinho”.
É preciso discernimento para adotar uma cultura de culto e adoração a seres do inferno, para quem gosta é um prato cheio.
Repito a pergunta: - pra quê maquiar tanto esse paganismo (adoração de shedins) só para que ficasse inserido na sociedade de forma
“bonitinha”? Não era melhor manter o original do que ficar falsificando
o que não tem a ver com a cultura da Bíblia? Se não tivesse maquiado
tanto as religiões que se identificam com os seres das trevas teriam
adotado e as que não se identificam ficariam livres disso tudo, porque
disseminar tanta MENTIRA?
Link do video da festa sendo mantida original: https://www.youtube.com/watch?v=BTgfvLzDl_k
Veja um resumo da formula da magia deste dia: http://pvcr.org.br/images/NATAL_SATANICO.jpg
Que o D’us Eterno (bendito seja) tenha piedade de todos neste mês de escuridão.
Shalom!
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Algumas referências (é bom pesquisar em documentos históricos):
http://www.youtube.com/watch?v=TRyr_ANTNHY&feature=youtu.be
http://pt.wikipedia.org/wiki/Saturn%C3%A1lia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Nast
http://en.wikipedia.org/wiki/Krampus
http://pt.wikipedia.org/wiki/Moloch
http://en.wikipedia.org/wiki/Saturn_(mythology)